Revista dos Benefícios

SURREAL! Moeda de R$ 1 pode valer acima de R$ 26 mil – olhe na sua carteira hoje (16/05/2024).

SURREAL! Moeda de R$ 1 pode valer acima de R$ 26 mil - olhe na sua carteira hoje (15/05/2024).
SURREAL! Moeda de R$ 1 pode valer acima de R$ 26 mil – olhe na sua carteira hoje. Foto: Reprodução

O mundo da numismática é repleto de surpresas, onde moedas aparentemente comuns podem esconder um valor inestimável. Uma dessas descobertas surpreendentes é a moeda de R$1 fabricada em 1998, que pode chegar a valer mais de R$26 mil.

Em 1998, o Banco Central do Brasil realizou um projeto experimental, cunhando moedas de R$1 com materiais diferentes do tradicional aço inox, como alpaca e cuproníquel. Essas moedas, no entanto, não foram lançadas em circulação massiva, tornando-as itens extremamente raros nos dias de hoje.

Uma dessas moedas em particular, conhecida como a “moeda com a letra P”, destaca-se por sua exclusividade. Essa designação se deve a uma discreta marcação no lado reverso da moeda, indicando que ela foi produzida como uma prova pela Casa da Moeda. Essa letra “P” é a chave para identificar essa raridade.

Valor atual da moeda de R$1 de 1998

Diversos fatores contribuem para seu alto valor. Moedas em condições “flor de cunho”, ou seja, que nunca foram utilizadas, tendem a ter seu valor significativamente aumentado. Quanto melhor o estado de conservação, maior o valor da peça.

O número limitado de moedas produzidas nesse projeto experimental é um fator crucial. A “moeda com a letra P” possui o nível R5 de raridade, o mais alto possível, o que a torna uma verdadeira raridade entre colecionadores.

A proveniência e a autenticação da moeda por entidades respeitáveis no campo da numismática podem impulsionar ainda mais seu valor percebido.

Identificando moedas raras 

Então, como você pode identificar se possui uma dessas moedas raras de R$1 em sua coleção? Além da marca da letra “P” no reverso, alguns outros detalhes a serem observados incluem:

  • Estado de Conservação: Observe se a moeda está em condições “flor de cunho”, sem sinais de uso.
  • Documentação: Verifique se a moeda possui proveniência e autenticação por entidades reconhecidas.
  • Raridade: Consulte fontes confiáveis para determinar o nível de raridade da moeda.

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