O que ainda dá para comprar no supermercado por até R$10 em 2025? Lista surpreendente revela produtos que resistem à inflação e cabem no bolso dos brasileiros

Imagine entrar em um supermercado hoje com apenas R$10 na mão. Parece pouco, não é? Mas a verdade é que muita gente ainda se pergunta: será que existe alguma coisa que dá para levar para casa com esse valor? A inflação apertou, o salário não acompanhou e o carrinho de compras ficou cada vez mais leve.

Mas calma, não é o fim da linha! Embora a lista tenha encolhido nos últimos anos, ainda existem algumas surpresas escondidas nas prateleiras que custam menos de R$10. E não estamos falando de uma única bala, não. Há opções que realmente podem ajudar no dia a dia, principalmente para quem precisa economizar.

Prepare-se, porque você vai ver que nem tudo está perdido.

Por que os preços subiram tanto?

Antes de mergulharmos na lista, vale entender o cenário. Nos últimos anos, os preços dos alimentos subiram por vários motivos: inflação, custos de transporte, aumento nos insumos agrícolas e até fenômenos climáticos que afetaram a produção.

Descubra quais produtos ainda custam até R$10 nos supermercados em 2025. Lista completa com alimentos, itens de higiene e dicas para economizar sem abrir mão da qualidade

O resultado? Produtos que antes eram baratos agora parecem artigos de luxo. Quem nunca se assustou ao ver o preço do tomate, do arroz ou até do óleo de cozinha?

Só que, mesmo com toda essa alta, alguns itens continuam acessíveis. São esses produtos que vamos revelar agora.

A lista de sobreviventes: produtos que ainda custam até R$10

Para facilitar, dividimos a lista em categorias. Assim, você pode escolher o que mais precisa sem perder tempo no supermercado.

1. Itens de café da manhã

  • Pão francês: ainda é possível comprar cerca de 6 a 8 unidades com R$10, dependendo da padaria e da cidade.

  • Margarina em pote pequeno (250g): versões mais simples e de marcas populares continuam na faixa de R$8 a R$10.

  • Leite em pó sachê pequeno: algumas marcas oferecem embalagens econômicas por menos de R$10.

  • Café solúvel (50g): as embalagens menores ainda entram no orçamento apertado.

2. Produtos de higiene e limpeza

  • Sabonete em barra: dependendo da marca, é possível levar até 3 unidades por menos de R$10.

  • Detergente líquido: marcas mais baratas custam entre R$3 e R$5 a unidade.

  • Sabão em barra: algumas embalagens pequenas continuam acessíveis, principalmente as marcas regionais.

3. Itens para almoço e jantar

  • Macarrão espaguete (500g): ainda é um campeão de preço baixo, com pacotes por R$4 a R$7.

  • Molho de tomate sachê: custa em média R$2,50 a R$4 e complementa o macarrão sem pesar no bolso.

  • Arroz em pacote de 1kg: algumas marcas mais simples oferecem essa embalagem por cerca de R$9,99.

  • Feijão preto ou carioca (1kg): dependendo da região, ainda é possível encontrar por R$10, mas está no limite.

4. Lanches rápidos e práticos

  • Biscoito recheado: em média R$2,50 a R$4 por pacote, dependendo da marca.

  • Pipoca para micro-ondas: custa entre R$3 e R$5 a unidade.

  • Achocolatado em pó sachê: pequenas embalagens de 200g saem por menos de R$10.

5. Bebidas

  • Refrigerante 2L de marcas regionais: muitas vezes custam entre R$6 e R$9.

  • Suco em pó: pacotes individuais saem por menos de R$1 cada, sendo possível levar vários por R$10.

6. Guloseimas e pequenos prazeres

  • Chocolate ao leite 90g: algumas marcas populares oferecem barras nessa faixa de preço.

  • Bala e pirulitos: pacotes com diversas unidades custam entre R$5 e R$9.

Como esticar os R$10 e levar mais produtos

Agora vem a parte divertida: estratégias para fazer esses R$10 renderem mais. Afinal, com criatividade, é possível levar um pouquinho de tudo sem estourar o orçamento.

1. Fique de olho nas promoções

As redes de supermercados vivem fazendo ofertas relâmpago. Às vezes, um produto que custava R$12 aparece por R$9,99. É nessa hora que você deve aproveitar.

Dica: baixe os aplicativos dos supermercados. Eles avisam quando há desconto e, muitas vezes, oferecem cupons exclusivos.

2. Prefira marcas regionais ou de menor fama

Grandes marcas costumam ter preços mais altos. Já as marcas regionais e genéricas, muitas vezes, oferecem o mesmo produto por um valor bem menor.

3. Compre em atacadistas ou feiras livres

Se tiver a chance, vá a mercados atacadistas. Lá, os preços são mais baixos e você consegue levar mais produtos com a mesma quantia.

Nas feiras, frutas e verduras muitas vezes são vendidas por quilo, e no final do dia os feirantes costumam baixar os preços para não levar mercadoria para casa.

4. Aposte em embalagens menores

Pode parecer óbvio, mas embalagens menores cabem no orçamento e ajudam a manter a variedade de produtos. Um exemplo clássico é o café ou o achocolatado em pacotes de 200g.

Os campeões de preço baixo em 2025

Alguns produtos praticamente desafiam a inflação. Se você quer fazer render os R$10, anote esses nomes:

  • Macarrão

  • Molho de tomate

  • Biscoito recheado

  • Pão francês

  • Detergente líquido

Esses cinco itens ainda são os mais fáceis de encontrar por menos de R$10 e podem salvar uma refeição ou manter a limpeza da casa sem grandes gastos.

O impacto das compras baratas na rotina

Pode parecer pouco, mas encontrar produtos acessíveis ajuda — e muito — no dia a dia das famílias. Com R$10, você não vai encher o carrinho, mas pode garantir uma refeição simples, manter a higiene básica ou até levar um doce para adoçar a semana.

Em tempos de orçamento apertado, cada centavo faz diferença. E essa lista mostra que, mesmo com a alta dos preços, ainda existem alternativas para não sair do supermercado de mãos abanando.

Saulo Moreira

Saulo Moreira

Saulo Moreira dos Santos é um profissional comprometido com a comunicação e a disseminação de informações relevantes. Formado em Ciências Contábeis pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Com mais de 15 anos de experiência como redator web, Saulo se especializou na produção de artigos e notícias sobre temas de grande interesse social, incluindo concursos públicos, benefícios sociais, direitos trabalhistas e futebol.