Canetada de Haddad HOJE (08/06) saiu e Nova lei da poupança é anunciada atingindo em cheio a Caixa ainda em 2024

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Haddad – Imagem: Evaristo Sá.

Uma nova lei da poupança foi anunciada, com implicações diretas para a Caixa Econômica Federal, o maior banco do setor de financiamento imobiliário no Brasil.

Não é novidade para ninguém que a poupança é um dos investimentos mais populares entre os brasileiros, oferecendo uma opção segura e confiável para guardar seus recursos.

A saber, há recentes desenvolvimentos no setor bancário têm trazido mudanças significativas para esse tradicional instrumento de investimento.

Haddad tomou decisão e deve impactar a poupança da CAIXA. Saiba o que vai mudar

De acordo com o que apurou Carolina Ramos Farias, do site Revista dos Benefícios, uma das principais propostas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é a redução do compulsório da poupança de 20% para 15%.

Para quem não sabe, o compulsório é a parcela do dinheiro que as instituições bancárias são obrigadas a manter depositada no Banco Central (BC).

Essa medida atingirá diretamente a Caixa Econômica Federal, uma vez que é o principal banco atuante no setor de financiamentos imobiliários no Brasil.

Com a liberação desses recursos, o governo espera ampliar de 65% para 70% o direcionamento da poupança para o financiamento de moradias no âmbito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Essa iniciativa visa impulsionar o mercado secundário para o financiamento habitacional, permitindo a venda de carteiras de financiamento pelos bancos no mercado.

A Caixa Econômica Federal, como o maior banco do setor de financiamentos imobiliários, será diretamente afetada por essa nova lei da poupança que foi anunciada por Fernando Haddad.

A redução do compulsório significa que a instituição terá mais recursos disponíveis para investir em empréstimos e financiamentos imobiliários.

Essa medida pode representar uma oportunidade para a Caixa ampliar sua atuação no mercado de crédito imobiliário, fortalecendo sua posição como líder nesse segmento. No entanto, também traz desafios, uma vez que a instituição precisará se adaptar às novas regras e garantir a eficiente alocação desses recursos adicionais.

Estímulo ao mercado de financiamento habitacional

Muitos brasileiros ainda não entenderam o motivo da mudança. Mas o que se sabe é que uma das estratégias do governo é estimular o desenvolvimento do mercado secundário para o financiamento habitacional.

Atualmente, os contratos de financiamento são corrigidos pela Taxa Referencial (TR), enquanto a troca de balcão ocorre usando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Essa iniciativa visa ampliar a liquidez e a atratividade desses ativos, permitindo que os bancos possam vender suas carteiras de financiamento no mercado.

Isso pode trazer benefícios como maior competitividade, diversificação de opções de investimento e maior acesso ao crédito imobiliário para os consumidores.

Além da redução do compulsório, a nova lei da poupança também prevê alterações no direcionamento dos recursos da poupança. Atualmente, 65% desses recursos são destinados ao financiamento de moradias no âmbito do SBPE. Com a nova proposta, esse percentual será elevado para 70%.

Essa mudança tem como objetivo ampliar a oferta de crédito imobiliário, beneficiando tanto os investidores quanto os mutuários. Ao direcionar uma parcela maior da poupança para o financiamento de imóveis, espera-se estimular a construção civil, gerar empregos e facilitar o acesso à casa própria.

Saulo Moreira

Saulo Moreira

Saulo Moreira dos Santos é um profissional comprometido com a comunicação e a disseminação de informações relevantes. Formado em Ciências Contábeis pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Com mais de 15 anos de experiência como redator web, Saulo se especializou na produção de artigos e notícias sobre temas de grande interesse social, incluindo concursos públicos, benefícios sociais, direitos trabalhistas e futebol.