O ano de 2026 marca o início de uma das mudanças mais estruturantes no sistema de concessão de benefícios previdenciários e assistenciais do país. Em meio ao avanço da digitalização e ao aumento de tentativas de fraude, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou a exigir biometria para novos requerimentos de aposentadorias, auxílios e do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Apesar da novidade, o governo garante: aposentados, pensionistas e beneficiários antigos não correm risco de bloqueio imediato.
A medida é parte de um plano escalonado que se estende até 2028 e que pretende consolidar um único documento nacional — a Carteira de Identidade Nacional (CIN) — como referência biométrica para todos os serviços ligados à Previdência Social.
Por que o INSS adotou a biometria em 2026
A decisão tem origem em um decreto federal que orienta a administração pública a ampliar mecanismos de identificação biométrica para reduzir fraudes e fortalecer a segurança jurídica na concessão de benefícios. Para o INSS, o impacto é direto: historicamente, aposentadorias por invalidez, auxílios-doença e o BPC estão entre os benefícios mais vulneráveis a irregularidades, especialmente quando analisados sem comprovação presencial.
Com a biometria, o órgão passa a validar a identidade do requerente de forma inequívoca, cruzando informações com bancos de dados integrados. O objetivo é impedir que terceiros solicitem benefícios em nome de segurados, bem como evitar concessões baseadas em documentos falsos.
Durante essa primeira fase, a biometria poderá ser comprovada por três documentos já amplamente utilizados no país:
CIN — Carteira de Identidade Nacional
CNH — Carteira Nacional de Habilitação
Título de Eleitor
Esses documentos já possuem registro biométrico e, portanto, servem como ponte durante a transição.
Quem precisa se preocupar com a biometria em 2026
A resposta inicial é simples: quem pretende solicitar um benefício novo a partir de agora.
Isso inclui pedidos de:
Aposentadoria (todas as modalidades)
BPC (Benefício de Prestação Continuada)
Auxílio-doença / incapacidade temporária
Pensão por morte
Salário-maternidade urbano
Já quem já recebe benefício não precisa realizar nenhum procedimento imediato. O INSS foi explícito ao afirmar que não haverá cortes automáticos por falta de biometria durante o período de implantação.
Segundo estimativas internas, mais de 39 milhões de pessoas recebem mensalmente benefícios do INSS ou do BPC. Todas continuarão recebendo normalmente, a menos que surja alguma necessidade específica de atualização individual, caso em que o segurado será comunicado com antecedência.
Grupos que estão dispensados da biometria por enquanto
O governo também definiu uma lista de exceções importantes. Não precisam cumprir a exigência imediatamente:
Pessoas com 80 anos ou mais
Pessoas com mobilidade reduzida por motivo de saúde (com comprovação)
Moradores de áreas remotas ou de difícil acesso
Refugiados, apátridas e residentes no exterior
Beneficiários de Bolsa Família, seguro-desemprego e abono salarial (até maio de 2026)
Quem solicitar salário-maternidade, auxílio-doença ou pensão por morte até 30 de abril de 2026
Para esses grupos, a transição será mais lenta, respeitando limitações práticas e humanitárias.
O cronograma que vai até 2028
Um ponto essencial do comunicado do INSS é o cronograma oficial. Ele foi dividido em dois grandes marcos:
1º de maio de 2026
Quem entrar com novo pedido de benefício e não tiver biometria registrada em CNH, CIN ou Título de Eleitor, será orientado a emitir a Carteira de Identidade Nacional para avançar na solicitação.
Ou seja, esse será o primeiro filtro efetivo.
1º de janeiro de 2028
A partir dessa data, apenas a CIN será aceita como documento com biometria válida para qualquer serviço ligado ao INSS — tanto para concessão quanto para manutenção de benefícios.
A CIN, vale lembrar, tem:
Validade nacional unificada
QR Code para conferência
CPF como número único
Zona de leitura mecânica (MRZ) — igual a passaportes
O plano é eliminar de vez o antigo RG estadual, cuja fragmentação favorecia fraudes.
O ano de 2026 marca o início de uma das mudanças mais estruturantes no sistema de concessão de benefícios previdenciários e assistenciais do país. Em meio ao avanço da digitalização e ao aumento de tentativas de fraude, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou a exigir biometria para novos requerimentos de aposentadorias, auxílios e do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Apesar da novidade, o governo garante: aposentados, pensionistas e beneficiários antigos não correm risco de bloqueio imediato.
A medida é parte de um plano escalonado que se estende até 2028 e que pretende consolidar um único documento nacional — a Carteira de Identidade Nacional (CIN) — como referência biométrica para todos os serviços ligados à Previdência Social.
Por que o INSS adotou a biometria em 2026
A decisão tem origem em um decreto federal que orienta a administração pública a ampliar mecanismos de identificação biométrica para reduzir fraudes e fortalecer a segurança jurídica na concessão de benefícios. Para o INSS, o impacto é direto: historicamente, aposentadorias por invalidez, auxílios-doença e o BPC estão entre os benefícios mais vulneráveis a irregularidades, especialmente quando analisados sem comprovação presencial.
Com a biometria, o órgão passa a validar a identidade do requerente de forma inequívoca, cruzando informações com bancos de dados integrados. O objetivo é impedir que terceiros solicitem benefícios em nome de segurados, bem como evitar concessões baseadas em documentos falsos.
Durante essa primeira fase, a biometria poderá ser comprovada por três documentos já amplamente utilizados no país:
CIN — Carteira de Identidade Nacional
CNH — Carteira Nacional de Habilitação
Título de Eleitor
Esses documentos já possuem registro biométrico e, portanto, servem como ponte durante a transição.
Quem precisa se preocupar com a biometria em 2026
A resposta inicial é simples: quem pretende solicitar um benefício novo a partir de agora.
Isso inclui pedidos de:
Aposentadoria (todas as modalidades)
BPC (Benefício de Prestação Continuada)
Auxílio-doença / incapacidade temporária
Pensão por morte
Salário-maternidade urbano
Já quem já recebe benefício não precisa realizar nenhum procedimento imediato. O INSS foi explícito ao afirmar que não haverá cortes automáticos por falta de biometria durante o período de implantação.
Segundo estimativas internas, mais de 39 milhões de pessoas recebem mensalmente benefícios do INSS ou do BPC. Todas continuarão recebendo normalmente, a menos que surja alguma necessidade específica de atualização individual, caso em que o segurado será comunicado com antecedência.
Grupos que estão dispensados da biometria por enquanto
O governo também definiu uma lista de exceções importantes. Não precisam cumprir a exigência imediatamente:
Pessoas com 80 anos ou mais
Pessoas com mobilidade reduzida por motivo de saúde (com comprovação)
Moradores de áreas remotas ou de difícil acesso
Refugiados, apátridas e residentes no exterior
Beneficiários de Bolsa Família, seguro-desemprego e abono salarial (até maio de 2026)
Quem solicitar salário-maternidade, auxílio-doença ou pensão por morte até 30 de abril de 2026
Para esses grupos, a transição será mais lenta, respeitando limitações práticas e humanitárias.
O cronograma que vai até 2028
Um ponto essencial do comunicado do INSS é o cronograma oficial. Ele foi dividido em dois grandes marcos:
1º de maio de 2026
Quem entrar com novo pedido de benefício e não tiver biometria registrada em CNH, CIN ou Título de Eleitor, será orientado a emitir a Carteira de Identidade Nacional para avançar na solicitação.
Ou seja, esse será o primeiro filtro efetivo.
1º de janeiro de 2028
A partir dessa data, apenas a CIN será aceita como documento com biometria válida para qualquer serviço ligado ao INSS — tanto para concessão quanto para manutenção de benefícios.
A CIN, vale lembrar, tem:
Validade nacional unificada
QR Code para conferência
CPF como número único
Zona de leitura mecânica (MRZ) — igual a passaportes
O plano é eliminar de vez o antigo RG estadual, cuja fragmentação favorecia fraudes.
