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É para pular de alegria! CadÚnico bate o martelo sobre Aposentadoria de Graça para CPFs final 6, 0, 9, 3, 5, 4, 7, 8, 1 e 2

É para pular de alegria! CadÚnico bate o martelo sobre Aposentadoria de Graça para CPFs final 6, 0, 9, 3, 5, 4, 7, 8, 1 e 2
É para pular de alegria! CadÚnico bate o martelo sobre Aposentadoria de Graça para CPFs final 6, 0, 9, 3, 5, 4, 7, 8, 1 e 2 – Imagem: Reprodução.

A preocupação com a segurança financeira na aposentadoria é uma realidade para muitas pessoas no Brasil, especialmente aquelas com baixa renda. Pensando nisso, o Governo Federal oferece uma ajuda chamada Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que permite contribuições mais baixas para o INSS para esses cidadãos.

O Cadastro Único é um instrumento que permite ao Governo Federal conhecer melhor a realidade socioeconômica das famílias de baixa renda. Por meio desse cadastro, as famílias podem ter acesso a diversos programas sociais, como o Bolsa Família, por exemplo.

Além disso, o CadÚnico também oferece a possibilidade de contribuições mais baixas para o INSS, o que pode ser uma ótima alternativa para quem não possui uma renda fixa ou está desempregado.

Quem pode se cadastrar no Cadastro Único?

Para se cadastrar no Cadastro Único, é necessário atender a alguns critérios estabelecidos pelo Governo Federal. Primeiramente, é preciso não possuir nenhuma fonte de renda própria, como aluguel ou pensões.

Ademais, é importante não ter nenhum trabalho remunerado e dedicar-se apenas às tarefas domésticas em casa. A renda total da família não pode ultrapassar dois salários mínimos, e é necessário estar inscrito e com os dados atualizados no CadÚnico para receber o benefício nessas condições específicas.

Como contribuir com o INSS através do Cadastro Único

Para incentivar as pessoas que se qualificam a contribuir para o INSS, o processo é simplificado. Primeiramente, as pessoas interessadas precisam gerar uma guia de recolhimento mensal ou comprar um carnê em uma papelaria, utilizando o código específico para a contribuição de baixa renda.

Com isso, elas podem contribuir com apenas 5% do salário mínimo, o que pode ser uma opção viável para muitas famílias. Caso haja dúvidas ou seja necessário obter ajuda, é possível entrar em contato com o serviço de atendimento do INSS através do número 135 e receber orientações detalhadas sobre o processo de contribuição.

Benefícios da aposentadoria pelo INSS

A aposentadoria pelo INSS traz diversos benefícios importantes para os contribuintes. Entre os principais benefícios estão:

  • Aposentadoria por idade: permite que o trabalhador se aposente quando atingir a idade mínima estabelecida pela legislação;
  • Aposentadoria por invalidez: destinada a pessoas que se encontrem incapacitadas para o trabalho de forma permanente;
  • Auxílio-doença: benefício concedido a trabalhadores que ficam temporariamente incapacitados para o trabalho por motivo de doença ou acidente;
  • Auxílio-reclusão: benefício concedido aos dependentes de segurados do INSS que se encontram presos em regime fechado;
  • Salário-maternidade: benefício pago às mulheres durante o período de licença-maternidade.

Além desses benefícios, é importante ressaltar que as contribuições realizadas para o INSS podem ser utilizadas para outros benefícios no futuro, como a aposentadoria por tempo de contribuição.

Nesses casos, é necessário pagar a diferença entre a alíquota reduzida de 5% e a alíquota total de 20%, permitindo ao segurado ajustar os planos de acordo com suas necessidades financeiras e objetivos futuros.

Previdência privada como complemento da aposentadoria

Investir em previdência privada é uma opção que muitas pessoas consideram como forma de garantir mais segurança financeira para o futuro, além da aposentadoria pelo INSS.

Essa modalidade de investimento pode ser especialmente atraente para aqueles que não têm certeza se a aposentadoria pública será suficiente ou que desejam manter um padrão de vida específico quando estiverem mais velhos.

Antes de escolher a previdência privada, é importante considerar diversos fatores, como as taxas de administração e de carregamento, o histórico de desempenho dos fundos, os diferentes tipos de planos disponíveis e se eles se encaixam no perfil de risco e nos objetivos financeiros de longo prazo do investidor.

Também é essencial analisar a parte fiscal do investimento, comparando-o com outras opções disponíveis no mercado. Portanto, é fundamental tomar essa decisão com cuidado, conhecendo bem as opções disponíveis e alinhando-a a uma estratégia financeira geral bem planejada.

Carolina Ramos Farias

Redatora do Revista dos Benefícios, é Graduada pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB. Especialista em redação sobre Direitos do Trabalhador e Benefícios Sociais