Dívida de mais de R$ 150 milhões Falência próxima! Rede rival do Assaí Atacadista entra no buraco e pede socorro

Dívida de mais de R$ 150 milhões Falência próxima! Rede rival do Assaí Atacadista entra no buraco e pede socorro
Dívida de mais de R$ 150 milhões Falência próxima! Rede rival do Assaí Atacadista entra no buraco e pede socorro. Imagem: Divulgação

A abertura de um negócio nunca é uma tarefa fácil. Diversas situações podem levar ao fim de um empreendimento de sucesso. Desta vez, uma séria situação foi direcionada a uma rede de supermercados rival do Assaí Atacadista, que está à beira da falência.

O Grupo JChagas, composto pela rede de supermercados Chama e Atacarejos Fogo, acumula uma dívida de R$ 152,4 milhões. Diante dessa crise financeira, a empresa entrou com um pedido de recuperação judicial na tentativa de reverter essa situação problemática.

O setor varejista é um dos mais movimentados da economia brasileira, com grandes redes espalhadas por todo o país. No entanto, algumas delas enfrentaram problemas financeiros devido à crise provocada pela pandemia da Covid-19, que afetou diversos setores. O Grupo JChagas é um exemplo disso, com suas unidades Chama e Atacarejos Fogo lutando para sobreviver diante de uma dívida milionária.

Pedido de recuperação judicial

No estado de Mato Grosso do Sul, a Justiça aceitou o pedido de recuperação judicial do Grupo JChagas em abril de 2023. Desde então, a rede de supermercados rival do Assaí Atacadista tem enfrentado uma batalha árdua para evitar a falência.

A empresa acumula dívidas com obrigações bancárias que superam R$ 100 milhões, além de R$ 52 milhões em débito com fornecedores. Esses valores ultrapassam a capacidade financeira da empresa no momento, o que justifica o pedido de recuperação judicial.

Impacto da pandemia

A crise enfrentada pelo Grupo JChagas teve início em 2020, em decorrência da pandemia de Covid-19. Os supermercados foram impactados pela queda nas importações e exportações de produtos, matérias-primas e mercadorias.

A redução na produção nas fábricas levou ao aumento nos preços das mercadorias junto aos fornecedores, além do alto custo do crédito. Todos esses fatores não foram repassados aos preços dos produtos para o consumidor final.

Essa situação desfavorável tem sido um grande desafio para a empresa rival do Assaí Atacadista. É importante entender a diferença entre falência e recuperação judicial.

Ambos os institutos têm como objetivo a satisfação das dívidas de uma empresa, mas a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.

A recuperação judicial busca dar tempo para que a empresa se reestruture e consiga gerar resultados positivos. Já a falência implica no encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.

A luta pela sobrevivência

O Grupo JChagas, mesmo com a recuperação judicial, enfrenta grandes desafios para evitar a falência. A empresa possui 10 unidades, sendo três atacarejos e sete supermercados, e cerca de 800 colaboradores diretos.

Seu objetivo é manter o negócio ativo, gerando empregos e buscando formas de pagar suas dívidas. A pandemia da Covid-19 atrapalhou seus negócios, mas a empresa está determinada a superar essa crise.

Carolina Ramos Farias

Carolina Ramos Farias

Carolina Ramos Farias é uma profissional apaixonada pela educação e comunicação digital. Graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas pelo Departamento de Educação do Campus X da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), ela alia sua formação acadêmica à habilidade com a escrita, atuando como redatora web há mais de cinco anos.Com expertise na criação de conteúdos sobre concursos públicos, benefícios sociais e direitos trabalhistas, Carolina se destaca por sua capacidade de transformar informações complexas em textos claros e acessíveis. Seu compromisso com a disseminação do conhecimento a impulsiona a produzir materiais informativos que ajudam milhares de pessoas a se manterem bem informadas sobre temas essenciais para a vida profissional e social.Ao interpretar legislações trabalhistas, analisar editais de concursos ou detalhar benefícios sociais, Carolina Ramos Farias reafirma sua missão de tornar a informação mais compreensível e relevante para o público.