SAIU AGORA (03/11)! 6 milhões de trabalhadores podem ser obrigados a DEVOLVEREM R$ 2,5 bilhões aos cofres da CAIXA; veja a decisão

Os trabalhadores que entraram com ações para corrigir o FGTS podem ter que desembolsar até R$ 2,5 bilhões, caso não haja isenção de custas judiciais. O IFDT iniciou uma campanha para evitar a cobrança dos honorários de sucumbência, que representam 10% do valor da causa.

Mais de 1,5 milhão de ações, entre coletivas e individuais, foram movidas por cerca de 6 milhões de trabalhadores, buscando recuperar as perdas da TR na atualização monetária do FGTS nos últimos 25 anos.

SAIU AGORA (03/11)! 6 milhões de trabalhadores podem ser obrigados a DEVOLVEREM R$ 2,5 bilhões aos cofres da CAIXA; veja a decisão
SAIU AGORA (03/11)! 6 milhões de trabalhadores podem ser obrigados a DEVOLVEREM R$ 2,5 bilhões aos cofres da CAIXA; veja a decisão. Foto: Reprodução

Em 12 de junho deste ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) acatou a proposta do governo federal e determinou que o cálculo deve manter a soma da TR (Taxa de Referência), mais 3% ao ano, além da adição de distribuição de lucros do fundo. O resultado dessa equação deve assegurar a correção real equivalente ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do país.

Como os ministros julgaram a ação parcialmente procedente, a expectativa inicial dos advogados e dos autores das ações era que os trabalhadores que entraram com o processo não fossem obrigados a pagar honorários de sucumbência, que corresponde a 10% sobre o valor da causa, a ser pago aos advogados da Caixa Econômica Federal.

Contudo, a Justiça tem decidido pelo pagamento de honorários de sucumbência por aqueles que iniciaram a ação nas varas federais dos Tribunais Regionais Federais e que não estavam amparados pela gratuidade judicial.

“A decisão do STF concluiu que a remuneração das contas do FGTS deve garantir no mínimo o IPCA em todos os exercícios a partir de 2024, e que este era o pedido principal dos trabalhadores, o que seria suficiente para justificar, no mínimo, a procedência parcial das ações”, explica Mario Adelino, presidente do IFDT.

“Os trabalhadores não receberão nenhum valor indenizatório do reajuste do Fundo de Garantia. Não é justo impor o custo da ação a eles, que teriam que tirar do próprio bolso, em alguns casos, dezenas de milhares de reais. Nas ações coletivas, feitas por sindicatos, associações de trabalhadores, ONGs, há um custo elevado”, acrescenta.

O Instituto Fundo de Garantia entrou com ações coletivas representando 3.950 trabalhadores, um valor estimado em R$ 150 milhões, o que poderá resultar em custas de R$ 15 milhões ao instituto. “Um dinheiro que a ONG não possui. Não faz sentido essa cobrança e seria uma forma de punir e desestimular os trabalhadores a buscar seus direitos, pois, mesmo quando não têm ganho, eles correm o risco de ter que pagar a conta, principalmente se for uma ação contra o governo”, argumenta Avelino.

Ele ressalta ainda que, em outro julgamento de repercussão nacional pelo STF, a revisão da vida toda do INSS, a Advocacia-Geral da União anunciou que o instituto abriria mão dos honorários de sucumbência e custas processuais nas ações relacionadas à tese.

O IFGT enviou ofício ao presidente Lula, à Advocacia-Geral da União, aos ministros do STF, e centrais sindicais, pedindo que não haja cobrança de custas judiciais e de sucumbência para os trabalhadores que entraram e participaram destas ações.

O que é o FGTS e como ele funciona?

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) é um benefício que oferece suporte financeiro aos trabalhadores demitidos sem justa causa.

Por essa razão, todo empregado com registro formal tem direito ao saque-rescisão, e a empresa é obrigada a contribuir para o fundo.

Mensalmente, o empregador deposita na Caixa Econômica um valor equivalente a 8% do salário do funcionário em seu nome, independentemente de receber um salário mínimo ou não.

Assim, se o empregado for demitido sem motivo justo, terá direito a sacar todo o valor depositado em sua conta do FGTS, mais uma multa rescisória de 20% a 40%, quando aplicável.

Diante disso, fica clara a importância de saber como verificar o FGTS pelo CPF online.

Nesses casos, para calcular o valor da multa rescisória, é possível usar uma calculadora de porcentagem e obter o valor exato.

Além disso, ao consultar o extrato do FGTS, o trabalhador pode verificar se os depósitos estão sendo feitos regularmente e acompanhar o saldo.

Agora que você entende o que é o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, veja a seguir como consultar o FGTS pelo CPF!

Como consultar o FGTS pelo CPF: passo a passo

Após entender o que é FGTS, você deve estar se perguntando: “Como faço para consultar o FGTS?” Vamos mostrar duas maneiras práticas:

  1. Pelo aplicativo Caixa FGTS;
  2. Através do site Caixa FGTS.

Confira o passo a passo para consultar o FGTS em ambas as opções.

Consultar FGTS pelo CPF no App FGTS

Na verdade, para consultar o FGTS pelo CPF, o aplicativo é a opção mais recomendada e completa. Veja abaixo como fazer isso.

Aplicativo FGTS

4.2 Avaliação Mobills BAIXAR APP Link confirmado Custo Grátis. Facilidade de uso Fácil e intuitivo. Vantagens Acesso ao FGTS a qualquer momento. Disponível em Apple Store e Play Store.

  1. Instale o app FGTS (Google Play/App Store).
  2. Abra o aplicativo e toque em “Entrar no aplicativo“.
  3. Digite seu CPF e toque em “Próximo”.
    • Caso não tenha conta, faça o Cadastro de Usuário, preenchendo os dados solicitados e crie uma senha.
  4. Confira o e-mail recebido e siga os passos para ativar sua conta.
  5. Após confirmar o e-mail, feche e reabra o app usando a nova senha.
  6. O sistema pode pedir confirmação de dados adicionais, então confirme as informações solicitadas.
  7. Aceite os termos do Contrato de Prestação de Serviços ao Cidadão.
Abquesia Farias

Abquesia Farias

Abquesia Farias Modesto é uma jovem profissional entusiasta da comunicação digital. Aos 22 anos, cursa graduação na Faculdade Pitágoras, em Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia, onde aprimora seus conhecimentos e habilidades na área.Com mais de quatro anos de experiência como redatora web, especializou-se na produção de conteúdos informativos sobre temas essenciais para o cotidiano dos brasileiros. Seu trabalho abrange benefícios sociais, como Bolsa Família e Auxílio-Gás, além de direitos trabalhistas, incluindo FGTS e PIS/PASEP. Além disso, possui ampla experiência na área de finanças e investimentos, oferecendo informações acessíveis e relevantes para quem busca aprimorar sua vida financeira.Apaixonada pela escrita e pela criação de conteúdo, Abquesia tem o talento de traduzir informações complexas em textos claros e objetivos, facilitando a compreensão de milhares de leitores sobre seus direitos e oportunidades. Seu compromisso com a precisão e a qualidade da informação a destaca como uma referência no segmento de conteúdo digital.